Vivo sonhando com o pensamento puro, onde a ingenuidade das mentes não careça dar explicações.
Será que é tão necessário ter que pensar sobre o que o outro pensa de nossas ações, se nossas ações foram aprovadas por nossa alma?
Pensamos sobre o que pensam os que nos ouvem e como pensam e por que pensam, mas não pensamos que o que fazemos não exige censura, posto que é puro em sua essência.
Abaixo a censura de pensar a respeito do que o outro quis dizer com o que fez.
Abaixo ao querer fazer o que não se quer por causa do que os outros pensam que queremos que faça;
Abaixo a tirania de pensar o que dizer porque o outro pode pensar o que não penso sobre algo.
O pensar e o agir e o viver é próprio e individual e parte-se do pressuposto que é de propriedade inviolável.
Deixe-me agir e verás que deixo-te igualmente ser;
Deixe-me ser e verás que deixo-te igualmente agir.
João Pessoa, 26 de outubro de 2012.

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