sábado, 19 de novembro de 2011

Um homem chamado “Point outside the curve ”.

O dicionário ainda precisa ser atualizado, o que só ocorrerá em alguns anos. Por mais que o mundo corporativo evolua, levando em consideração os Peters( Drucker, Senge) , mesmo assim algo de novo precisa sair da densa camada da nuvem cosmopolita da inteligência humana e materializar-se.
Nem na aurora boreal, nem nas profundezas abissais se conseguiria ter uma imagem tão singular quanto a que estar por vir. Algo fenomenal capaz de desafiar as mais sólidas leis da natureza humana e capaz de revelar o ápice da multifuncionalidade do cérebro humano. Eis que este futuro se faz presente e este fenômeno passou a fazer parte de nosso meio, principalmente o acadêmico e mais precisamente do MRH da bucólica cidade de João Pessoa.
Coube a um grupo restrito de cerca de 30 mortais a oportunidade de conviver com o cérebro daquele que viria a ser chamado de “Point outside the curve” ,  presidente ativo da “Point outside the curve Germano company”.
Germano surgiu no mundo corporativo revolucionando a forma de trabalho. Foi dele a criação do home Office como forma produtiva de trabalhar as estratégias. Detentor de um networking fantástico, faz parte da geração Y ( próximo desafio é criar a geração G de Germano) e tudo para ele é para ontem. Start up é sempre uma constante em sua vida, principalmente em novos desafios. Se alguém o desafia logo faz um check list do que lhe é importante para fatiar o gorila e trabalhar in-loco o problema apresentado. Detentor de um expertise fantástico, é tido como um Benchmark para os cerca de 30 mortais privilegiados com sua presença. De sua mente sai um insight por segundo e o seu know-how é assediado por todos que facilmente o tem como mentoring, mesmo sendo tão jovem.
De aparência inquieta, porém de um coração fenomenalmente puro e solícito, nada tiraria o Full-time de uma situação de equilíbrio. Ou melhor, quase nada.
Eis que um fato pôs à prova tal território sombrio: o de ser chamado de PONTO FORA DA CURVA. Da mesma forma que seria impróprio reduzir tal citação a um conceito de estatística, igualmente banal seria falar que trata-se de um forasteiro em caminho errante.
Pelo que conhecemos Germano, corroboramos que ele  é sim um ponto fora da curva, mas, no sentido de não se encaixar num modelo de vida onde se acena sempre positivo para tudo que lhe cerca. Este tipo de pessoa não oferece perigo ao status quo porque ele não tem aspirações de fazer parte dele. Não tem pretensão de ser boiadeiro para conduzir uma massa de gados.
Germano, você é mesmo um Point outside the curve porque consegue despertar emoção em tudo que faz.  A história de Bill Gates, Steve Jobes, Mozart mostra que na cabeça de uma point outside the curve tem invariavelmente um pensamento de desenvolver habilidades que possam interagir com o mundo, de maneira a deixar um legado mais profícuo do que o recebido. Por tudo isto, prefiro achar que o Full-time que nós estamos aprendendo a descobrir está mais para um outlier, um indivíduo fora de série.
Em homenagem ao “Point outside the curve” que agora passamos a conhecer melhor , nós mortais da turma de GP2, solidarizamos com este gênio e a partir de agora seremos individualmente “a second point outside the curve”.




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